Será que para a inveja existe algum remédio?
Depois de se ter estudado, mesmo que de forma sucinta, os vícios capitais e também ter-se analisado a inveja com suas principais conceituações e consequências, cumpre perguntar: para tão grande mal, existe algum remédio? Existirá algum antídoto contra a inveja?
À primeira vista, poderá parecer que para esse veneno não existe remédio inteiramente eficaz, pois segundo São Beda: “Pode-se ocultar o veneno da inveja, mas é difícil fazê-lo desaparecer” (Catena Áurea, vol. VI, p. 388).
Entretanto, de acordo com a doutrina católica, contra esse vício existem diversos antídotos ou remédios, pois a inveja não é um mal incurável. O primeiro e mais importante deles consiste na prática da caridade. Essa virtude se opõe diretamente ao vício da inveja. Por isso, São Paulo afirma que:
A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante. Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (1 Cor 13, 4-8).
Tanquerey (1955, 850) também nos apresenta outros remédios contra a inveja. Esses podem ser negativos ou positivos. Os meios negativos são:
a) Desprezar os primeiros sentimentos de inveja ou ciúme que se levantam no coração, em esmagá-los como coisa ignóbil, à maneira de quem esmaga um réptil venenoso; b) Em desviar o pensamento para outra coisa qualquer; e, depois de restabelecido o sossego, refletir então que as qualidades do próximo não diminuem as nossas, antes nos são incentivo para as imitarmos.
Entre os meios positivos indicados por Tanquerey (1955, 850), um deles consiste no cultivo da emulação e que foi objeto de estudo no Capítulo II. Outro antídoto está em nos compenetrarmos de nossa incorporação ao corpo místico de Cristo
Em virtude deste dogma, somos todos irmãos, todos membros do Corpo Místico que tem a Jesus por cabeça, e tanto as qualidades como os triunfos dum desses membros redundam sobre os demais; em vez, pois, de nos entristecermos, devemos antes regozijar-nos da superioridade dos nossos irmãos, segundo a bela doutrina de São Paulo (Rm 12, 15-16), já que contribui para o bem comum e até mesmo para o nosso particular. Se são as virtudes dos outros que invejamos, ‘em lugar de lhes termos inveja e ciúme por essas virtudes, o que muitas vezes sucede por sugestão do diabo e do amor próprio, devemos unir-nos ao Espírito Santo de Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento, honrando nele o manancial dessas virtudes e pedindo-lhe a graça de participar e comungar nelas; e vereis quanto essa prática vos será útil e vantajosa’ (J.J. OLIER, catéch. Chrêt., P., leç. XIII apud TANQUEREY 1955, 850).
A admiração como remédio para o vício da inveja
Contudo, existe também outro remédio que está intimamente ligado à virtude da caridade, e acreditamos ser um dos principais antídotos contra a inveja. Esse remédio chama-se admiração.
Admirar é lançar um olhar consciente para aquilo que é superior; é maravilhar-se com a obra da graça atuando na alma do outro; é louvar a Deus que se manifesta na criatura. O admirar consiste em desapegar-se de si mesmo e está ligado à capacidade de reconhecer que não se tem direito a nada, pois de acordo com São Paulo (1 Cor 4, 7): “Que é que possuis que não tenhais recebido?”.
A admiração mantém o ideal, a inveja o desgasta. A admiração é dinâmica, apostólica, e torna aguda a consciência. A inveja somente é capaz de pensar em si corroendo-se por dentro, provocando dissabor, desordem e infelicidade.
O invejoso padece de uma angústia e de uma tristeza contínua, de modo contrário, quanta felicidade, paz e doçura tem a alma admirativa! Ela é despretensiosa, reconhecedora dos bens e das qualidades alheias, é restituidora dos dons concedidos por Deus.
Convém recordar que tanto a palavra inveja quanto a palavra admiração tem ambas uma mesma origem e se caracterizam por um impulso do olhar . Invejar é lançar um olhar negativo para aquilo que se considera superior; enquanto que a admiração consiste num olhar benévolo e enlevado para aquilo que é excelente.
A admiração é também considerada como o princípio de toda Filosofia, pois Platão, citando Sócrates, dizia: “Bem vejo, estimado Teeteto, que Teodoro compreendeu tua verdadeira natureza quando disse que eras um filósofo, pois a admiração é a característica do filósofo e a filosofia começa com a admiração” (Theait., 155 D). Aristóteles tem a mesma opinião quando afirma: “o começo de todos os saberes é a admiração…” (Met., A 2983).
Emery (1977), ao falar da virtude da admiração, nos pergunta: “Não residiria o segredo do espírito de admiração, numa capacidade de unir duas atitudes quase contraditórias: a de tudo querer e a de se contentar com muito pouco?” Para este mesmo autor:
A admiração é um dom do Espírito Santo. Pois humanamente não é possível maravilhar-se sempre, como tampouco se pode naturalmente ser ‘sempre alegre’ como nos exorta o Apóstolo. [...] O dom espiritual da admiração está intimamente ligado à fé, à fé que consiste, como diz ainda São Paulo, em saber que as coisas visíveis são passageiras, e que só as invisíveis são eternas.
Emery (1977) também afirma que a inveja é um apego a si mesmo e de modo contrário “o maravilhar-se consiste, pois, sempre num arrancar-se a esse egocentrismo [...]. Há um desapego no maravilhar-se, um desapego em relação àquilo que indevidamente nos fecha os olhos…” A admiração é o meio de tudo possuir sem nada reter.
Cumpre mais uma vez ressaltar que a admiração consciente e voluntária poderá ser um dos antídotos mais eficazes contra a inveja, e que também o combate a esse vício tem uma fundamental importância no desenvolvimento da vida espiritual, pois de acordo com o Mons. João Clá Dias (2005, p. 11):
Todas essas considerações devem gravar-se a fundo em nossos corações, fazendo-nos fugir desse vício como de uma peste mortal. Alegremo-nos com o bem de nossos irmãos, e louvemos a Deus por sua liberalidade e bondade. Quem agir assim notará, em pouco tempo, como o coração estará sossegado, a vida em paz, e a mente livre para navegar por horizontes mais elevados e belos. Mais ainda: tornar-se-á ele mesmo alvo do carinho e da predileção de nosso Pai Celeste [...], pois onde impera o amor de Deus desaparece a inveja.
















Jesus Cristo é chamado filho único de Deus; entretanto, aqui somente se fala de seu nascimento histórico de Maria Virgem. Entretanto, se fala com duas preposições diversas: “de espiritu Sancto”: Se refere ao principio ativo que fecundou a Maria para a encarnação; “ex Maria Virgine”: indica que Jesus em verdade nasceu do seio de Maria, e imediatamente se agrega que neste parto, Maria permaneceu Virgem.
A maternidade divina de Maria considerada integralmente em si mesma, constitui o princípio básico e fundamental de toda a Mariologia. Tratasse de uma verdade revelada por Deus na Sagrada Escritura e expressamente definida pela Igreja como dogma de fé.
En un pueblito se organizó una corrida de toros para celebrar la fiesta patronal, y se estrenaba en esa corrida un torero joven. La madre del torero se encontraba en las graderías y estaba muy nerviosa porque a su hijo le había tocado el toro más bravo.
No dogma distinguimos duas partes: a verdade e a fórmula com que esta verdade é proposta. A fórmula é evidentemente susceptível de evolução, entretanto, não a verdade nela contida.
Ensinada pelo magistério da Igreja, Jesus Cristo veio ao mundo como Mestre, Sacerdote e Rei. Daí que tenha dado a Igreja o tríplice mandato de ensinar, santificar e governar. Ao magistério corresponde o direito e o dever que tem a Igreja de ensinar.
A palavra grega dogma, desde antes de Cristo até o século IV significava lei, decreto, prescrição, tanto nos autores profanos e filosóficos como também na versão dos Setenta do Antigo Testamento. Manteve o mesmo significado nos escritores do Novo Testamento, e na primitiva literatura grega.
No ano de 1927, no Egito, foi encontrado um fragmento de papiro que remonta ao século III. Neste fragmento estava escrito: “À vossa proteção recorremos Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita!”.
Finalmente, Juan Pablo II hace un llamamiento a los/las artistas para redescubrir la dimensión espiritual que ha caracterizado el arte en sus variadísimas expresiones, y no pierde la oportunidad de lanzarles una “carga de profundidad” en forma de pregunta incisiva: la Iglesia necesita del arte, pero el arte ¿tiene necesidad de la Iglesia? Y se explica: “El artista busca siempre el sentido recóndito de las cosas y su ansia es conseguir expresar el mundo de lo inefable. ¿Cómo ignorar, pues, la gran inspiración que le puede venir de esa especie de patria del alma que es la religión?” (n. 13). El conocimiento de Dios enriquece la intuición artística.
instantánea de una Belleza maravillosa:
Al recordarnos un personaje de Dostoievski de nombre Hipólito, que le pregunta a Myskin: “¿Es verdad príncipe, que dijiste un día que al mundo lo salvará la belleza? Señores, gritó con fuerza a todos, el príncipe afirma que el mundo será salvado por la belleza. ¿Qué belleza salvará el mundo?” (2004, Cap. V)
consiguiente, originado en ideas, pero llevado a cabo por los artistas y la por personas especulativas.

Cuestiones hasta hace poco incubadas, por así decirlo, claman actualmente por solución y explicación. En el campo del arte, el gusto artístico y su variabilidad, la belleza estética y su relatividad subjetiva, la fealdad y su existencia, la propia autonomía de la filosofía del arte, así como la estética, el valor de una obra de arte y, por último, lo que queremos glosar; como “lo bello a se convierte en feo y lo feo en bello”, al punto de que ya se habla “de la belleza fea y de la fealdad bella.”
Creemos también que en este ambiente de pos-modernidad, una gran parte de la humanidad parece caminar hacia la “deshumanización”.
“En los tiempos modernos, sobre todo desde el siglo XVIII, la determinación de la belleza como eje de la reflexión estética se mueve del objeto al sujeto. A lo largo de este siglo, los ingleses Hutcheson, Hume, Burke y Adam Smith hicieron hincapié en la dimensión subjetiva de la belleza. La belleza, dice Hutcheson, no es la calidad objetiva de las cosas, sino una percepción de la mente. Hume insiste en que la belleza sólo existe en la mente de aquel que contempla. Más tarde nos encontramos con el elemento subjetivo de la belleza como atributo de la “naturaleza humana” en la Estética de la ilustración, o como un producto de la conciencia del hombre, sea en el sentido idealista trascendental de Kant o la en teoría psicologista de los teóricos alemanes de la Einfuhlung (”empatía” o “Proyección Sentimental”). La belleza en todos estos conceptos no estaría en el objeto, que sólo por eso y no por sí mismo no sería considerado bello. Las posiciones subjetivista y objetivista pueblan la historia del pensamiento estético -en particular la primera- casi a lo largo de 22 siglos. Se pretendió superarlos en diferentes momentos de la historia y especialmente en nuestra época, con peculiar relación entre sujeto y objeto. “(ibídem., p. 40) 
Sin embargo, de acuerdo con Vásquez (Ibídem) el reinado de la belleza aún habrá de conocer las perturbaciones manieristas de un Bernini, las naturalistas de Caravaggio y las barrocas de El Greco, Rembrandt y Velásquez, antes de prolongarse más en la práctica del siglo XVIII: con David en la pintura; Mozart en la música, y Corneille y Racine en la literatura hasta que el romanticismo pone de manifiesto la expresividad, la emoción y la imaginación que estuvieron ausentes en la belleza clásica. Pero, en la teoría, la belleza clásica no se dejará desplazar fácilmente. Seguirá girando alrededor del eje de categorías de la belleza clásica.
La Edad Media fue “una época de compleja transformación, una época de importancia crucial, pero dotada también de una ejemplar cohesión ideal, que la marca de manera bastante clara y también positiva, en cuanto la anima de espíritu comunitario y popular, articulado en torno de los principios de un cristianismo vivido y difuso”. (Cambi, 141-143).
Luz” (Id. p. 77 – 78).
la belleza relativa al conocimiento y placet, la parte relativa a su capacidad para agradar.

Por lo tanto, existe Alguien responsable por la belleza natural de las cosas. Tales de Mileto, el primero de los filósofos griegos dice: “De todas las cosas que son… la más bella es el universo, pues es obra de Dios”. 

Como podemos observar, em todas estas definições o substantivo é o princípio supremo escolhido: idéia, Deus, forma, ser ou verdade, e o adjetivo das coisas sensíveis, empíricas, que não são belas por si mesmas, nem tampouco por sua relação com o homem, mas como qualidades nos quais se manifesta, resplandece, reflete ou se faz presente um princípio supremo.
Imaginemos um homem que no fim do dia contempla o sol espargindo seus raios de luz. Lentamente os reflexos do astro rei vão desaparecendo no horizonte, criando no céu uma feeria de cores. E ele, diante de tamanha maravilha, movido por um impulso de admiração exclama: “Oh! Como é belo o pôr-do-sol!”
Nesta sentença se patenteia o primeiro obstáculo do presente artigo, pois sempre se encontrou certa dificuldade em definir o que é o pulchrum. É fácil dizer que algo é belo, porém tal facilidade desaparece ao tentarmos responder à pergunta: Por que é belo?
Já que me pediste, frei João – irmão, para mim, caríssimo em Cristo -, que te indicasse o modo como se deve proceder para ir adquirindo o tesouro do conhecimento, devo dar-te a seguinte indicação: deves optar pelos riachos e não por entrar imediatamente no mar, pois o difícil deve ser atingido a partir do fácil. E, assim, eis o que te aconselho sobre como deve ser tua vida:
O termo Doutor da Igreja que se associa muitas vezes ao de Padre, não é um simples sinônimo. Indica um grau a mais, pois nem todos os Padres são Doutores.
Seguindo o meu rumo, deixei a imaginação alçar vôo. Revi a cena várias vezes a fim de fixar alguns pormenores. Os dois jovens deviam ter entre quinze e dezessete anos. Estavam de uniforme do colégio e, a julgar pela hora, mais ou menos onze e meia, haviam acabado de sair da escola.
sas e equilibradas, onde pontifica o amor. No mundo tão atribulado em que vivemos, atitudes como essa merecem ser difundidas, repetidas milhares de vezes. Ao invés de se entregarem à violência, à droga e à prostituição, aqueles abençoados jovens ocupavam o tempo disponível gasto no trajeto casa/escola/casa orando. Não ficavam, como ocorre hoje com grande maioria estudantil, reunida nas esquinas, nos bares e nas casas de jogos, donde resulta nenhuma coisa boa.
Um camponês de nome Constantino Xavier, dirigindo-se ao campo para o árduo ofício de lavrar a terra, encontrou um medalhão de argila medindo 10 cm de altura por 8 cm de largura, tendo a imagem de Deus Padre, Deus Filho, Deus Espírito Santo coroando Maria Santíssima. Com cuidado, carregando-a junto ao peito, levou o precioso achado até sua casa e ali o colocou em lugar de destaque.
tocar e oscular aquela imagem sagrada. Paulatinamente, a medalha feita de tão frágil matéria foi se desgastando, sendo então necessária sua restauração.
Muitas são as formas pelas quais o devoto do Divino Pai Eterno demonstra seu afeto. Certamente a mais característica e original manifestação de sua devoção é a Romaria do Carreiro. São pessoas que apesar da modernidade e da facilidade de locomoção, ainda hoje fazem questão de ir ao Santuário de carro de boi.
Os cem anos se passaram e a devoção não fez senão crescer. A “profecia” do Padre Gebardo se cumpriu por inteiro. Bem podemos afirmar que a cidade de Trindade é a Lourdes do Brasil Central.


anos de idade tomava seus primeiros contatos com a magnificência da liturgia católica.
É natural pensar que Aleijadinho teve sua formação junto ao pai, então encarregado da construção de importantes obras, como o Palácio dos Governadores.
Em Congonhas do Campo ergue-se o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, encravado no cume de uma montanha que domina todo o lugar.
morte golpear o corpo de nosso artista. A lepra já atingira profundamente o seu tronco, chagando-lhe um dos lados do corpo. Junto com a paralisia, veio-lhe a perda parcial da vista.
Teve também um grande renome o Café Napolitano aberto por Torloni. Pouco a pouco os italianos foram difundindo o sorvete nos demais países europeus.
Não há nenhum período da história da Igreja cuja importância ultrapasse a dos primeiros séculos da era cristã. Essa semente de Cristandade, que apesar de perseguida e supliciada, foi impelida por uma prodigiosa vitalidade.
“Ainda que tivésseis dez mil mestres em Cristo, não tendes muitos pais; ora fui eu que vos gerei em Cristo Jesus pelo Evangelho. Por isso vos conjuro a que sejais meus imitadores.”
Segundo o dizer de Santo Irineu: “Tinham ainda a voz dos apóstolos nos ouvidos e os seus exemplos diante dos olhos.”
A partir do século V, com a invasão dos bárbaros e a desagregação do Império Romano, chega ao fim o primeiro grande período da história da Igreja. A sociedade tomou uma nova orientação. Houve uma profunda modificação na maneira de falar, de escrever e de viver. O idioma latino entra em decadência e começa a dar origem às línguas neolatinas modernas.
Façamos um rápido passeio pelos séculos e paremos um instante em Aix la Chapelle para assistir à morte do grande imperador:
Outrora, na Província de Piedade, no estado do Maranhão, havia um próspero e observante convento de Frades Menores. O dia destes filhos de São Francisco era dividido entre períodos de trabalho, estudo e oração conforme mandava sua santa regra.
- Digníssimo Juíz. Nós, frades, conformados com a vida mendicante, vivemos de esmolas e também do fruto de nosso trabalho. Estas formigas, animais de espírito totalmente oposto ao do Evangelho, não fazem mais do que roubar. 

Então, resolveu abraçar a vida religiosa recebendo o nome de Damião. Seu grande sonho era partir para terras longínquas a converter almas. Deus sabe quantas vezes ele foi ajoelhar-se na capela do convento, diante do quadro de São Francisco Xavier, o grande missionário do oriente, pedindo esta graça.
Ele compreende logo o sentido destas palavras. Pior do que a lepra era a situação moral destes exilados. A realidade desafiava qualquer descrição. Viviam sem freios, sem respeito, sem escrúpulos. Só usavam um remédio para esquecerem o seu estado. A bebida embriagante.
Damião põe a carta sobre a mesa. Da janela de seu quarto contempla o mar. Sua imaginação se desloca até longínqua Inglaterra, pois os pensamentos podem lançar pontes sobre as maiores distâncias. Nunca imaginou que converteria alguém fora do Havaí. Mas agora… isto começa acontecer!
A doença no Padre Damião evoluiu tanto em três anos quanto na maioria dos doentes, em oito. Aproxima-se a última fase.
no período em que foi prefeito da Judéia, não tivesse participado do injusto processo que condenou Nosso Senhor Jesus Cristo. Por isso, seu nome foi incluído no quarto artigo do credo para deixar claro que a redenção deu-se num lugar concreto do mundo, a Palestina. Num tempo concreto da história, isto é, quando Pilatos era prefeito da Judéia.
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